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Governo Federal emite portarias para restringir acesso ao aborto legal

, Brasil
Alertas Latentes
Última Actualización: 26-03-2021
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  • Tipo de Alerta Alertas Latentes
  • Fuente REDEH – Rede de Desenvolvimento Humano (Rio de Janeiro)
  • Fecha de la alerta27-08-2020
  • Comunidad vulnerada Mujeres, niñas, adolescentes

Descripción

27/08/2020: Governo Ferderal publica portaria 2.282 impondo restrições de acesso aos
serviços de aborto legal no país: visualização de ultrasonografia, denúncia criminal por
profissional de saúde, são alguns dos requisitos a dificultarem a realização do direito.
Reação na sociedade e apresentação de ADPF 737 por partidos de esquerda, junto ao
Supremo Tribunal Federal, fazem com que na véspera da audiência marcada pelo STF,
numa manobra, o Governo Federal apresente nova portaria, a 2.561/20 (em 23/09/20),
excluindo temas mais polêmicos da 2.282, mas mantendo sua essência. A audiência é
adiada. Mas o STF solicita explicações ao GF.

Crescem a reações da sociedade e também no parlamento federal. São apresentadas
propostas e posicionamentos que buscam anular os efeitos das portaria. Mas estes já se fazem sentir nos serviços de atendimento a mulheres vítimas de violência sexual. As
portarias impactam profissionais que, à revelia da legalidade, ampliam as resistências
impostas aos procedimentos de IVG (Interrupção Voluntária da Gravidez).

En relación al Consenso de Montevideo

Contraviene entro otras las medidas:

Número 33. Promover, proteger y garantizar la salud y los derechos sexuales y los derechos reproductivos para contribuir a la plena realización de las personas y a la justicia social en una sociedad libre de toda forma de discriminación y violencia;

Y la número 34. Promover políticas que contribuyan a asegurar que las personas ejerzan sus derechos sexuales, que abarcan el derecho a una sexualidad plena en condiciones seguras, así como el derecho a tomar decisiones libres, informadas, voluntarias y responsables sobre su sexualidad, con respeto de su orientación sexual e identidad de género, sin coerción, discriminación ni violencia, y garantizar el derecho a la información y a los medios necesarios para su salud sexual y salud reproductiva;

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